Gil Bala no São João de Campina: Jornalista diz que sociedade elitista e ativistas culturais quebraram a cara, foi um sucesso – VEJA VÍDEOS

Do Polêmica Paraíba





Além da polêmica envolvendo os ativistas do forró ‘Autentico’ contra a presença dos cantores do estilo ‘Sertanejo” no São João de Campina Grande uma outra também se estabeleceu na rainha da Borborema. A inclusão do DJ Gil Bala na programação do São João foi motivo de muitos comentários nas redes sociais. A festa de aniversário da 98 Fm de Campina no Parque do Povo incluiu o artista de João Pessoa Gil Bala e setores da cidade se manifestaram contra o rei do batidão. A jornalista Thamires do Sistema Correio publicou um texto em defesa de Gil Bala que repercutiu bastante.

CRÍTICAS NAS REDES SOCIAIS:

Paulo Nobre disse:

Ela falou certo mesmo, sertanejo e até funk com esse fogo de palha chamado “Gil Bala” não tem nada haver com São João mas o secretário foi ridículo na sua resposta pois falou de uma coisa que não tinha nada haver com a questão, resumindo ele não está nem aí pra São João ele quer é a “mala2”

Anderson Araújo Disse:

Concordo com Alcymar Monteiro tira uma cara feito ele do São João de campina grande e colocar aquela merda de gil bala ninguém merece não.

DEFESA DO DJ:

Jornalista Thamires Furtado do Sistema Correio disse:

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O texto é bem grande da nossa colega Thamires que é produtora do programa Correio da Manhã de Campina, mas foi dito tudo. Ontem teve show de Gil Bala no Parque do Povo. O que mais ouvi falar nos últimos dias das pessoas cultas e pseudo ativistas culturais era que não sabiam quem era Gil Bala. Sabiam. Sabiam tanto que julgaram o cara por ele cantar música de “favelado”. Gil Bala é um DJ paraibano que se auto intitula de o “o rei do batidão”. A proposta musical dele é sim periférica, agrada sim a massa de classes baixas, mas virou moda nos paredões dos playboys do litoral. E as patricinhas descem até o chão ao som de Gil Bala sim, mesmo que na internet pague de rica abusada que só escuta forró e sertanejo dos contratados da Som Livre. Gil Bala é a cara do São João de Campina Grande? Não. Assim como Henrique e Juliano, César Menotti e Fabiano, Pablo, Thaeme e Thiago e diversas outras atrações que estão na programação esse ano não são. Mas, uma semana antes do show de Gil Bala, forças de segurança, imprensa, associação dos barraqueiros e essa sociedade elitista, criavam terrorismo e disseminavam informações a fim de criar caos na festa. Só vai dar môfi, vai ter briga de gangues, vai ter revanche de torcidas organizadas, Gil Bala vai promover uma tragédia no Parque do Povo. Os ativistas culturais escrachavam Gil Bala porque cultura é só aquilo que eu considero bom não é mesmo? Música feita e consumida por pobre e preto não merece respeito, a não ser, é claro, que Safadão, Solange Almeida e Xand Avião gravem essas músicas. Muito bacana criticar projeto higienista de João Dória na Cracolândia e querer fazer a mesma coisa numa festa realizada num local tido como do povo…Eu, jornalista, com acesso a informação, fã de Marisa Monte e Engenheiros do Hawaii fui sim ao parque do povo. Deixei meus ingressos do camarote em casa e fui pro meio do povo. Desci até o chão sim. Vi Gil Bala num ato de humildade comemorar que no São João de Campina Grande tinha gente rica e tinha gente pobre. Tinha alegria. Tinha celular pra cima, tinha “môfi” e playboy curtindo o som. Vi Gil Bala pedir apoio da segurança porque um engraçadinho resolveu jogar uma lata de cerveja e então ele disse: