Vereadores em Piancó se veem em situação difícil diante de atitudes politiqueiras e antipopulares

(Imagem de arquivo)
A cidade de Piancó enfrenta uma situação histórica que já se tornou condição "sine qua non" na política local. A Camara Municipal, que deveria ser a Voz do Cidadão, e foi transformada numa Tribuna de Lamentos e Desgostos por não aceitarem, determinados edis, o resultado do pleito eleitoral de 02 de outubro de 2016. 

A população tinha a esperança de que uma mudança ocorreria com a renovação de quase 90% dos parlamentares. Só que o resultado foi desastroso... Parlamentares que não aceitaram a derrota, e tentam sustentar seus cargos no Governo do Estado, estão organizando uma "guerra política" e psicológica contra o atual prefeito, e os "tiros" resvalam na população, que está sendo a grande prejudicada com essa "guerra". Não se discute ações coletivas. Os debates se dão em detrimento a interesses pessoais. Reivindicações populares não são discutidas nas quintas-feiras nas sessões da Casa de Padre Manuel Otaviano. O que a população pede, e quer, é que os vereadores da Situação e Oposição, entrem em acordo e busquem debater temas relacionados a cidade. Tentar atingir a figura do gestor, com ações que na verdade prejudica o funcionalismo público municipal, será um tiro no pé de muitos parlamentares. Exemplos já foram expostos nas últimas eleições: A população deu o troco a vereadores que tramavam contra o funcionário público municipal. 

Esses funcionários são, em sua maioria, arrimo de família. Outros custeiam seus estudos nas Faculdades. Penalizar os funcionários e outros cidadãos, para inviabilizar a gestão, só vai fazer aumentar a revolta com os vereadores.

Se faz necessário que a Mesa da Camara se adeque a realidade do Regimento Interno e da Lei Orgânica Municipal , e haja em conformidade com as leis vigente, e tenham com base a Constituição Federal, nossa Carta Magna.

Pouco importa quem é o prefeito de plantão. Piancó precisa de união para recuperar o tempo perdido e resgatar a dignidade do seu povo. Picuinhas e baixarias, envolvendo questões pessoais, não condiz com a postura de um representante do povo numa Casa Legislativa.

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